04.26.05
Fortune Of The Day
Just another nice fortune related with Windows…. Hey, it’s not my invention… This just keeps showing up each time I open my terminal. :D
Imagine if every Thursday your shoes exploded if you tied them the usual way. This happens to us all the time with computers, and nobody thinks of complaining.
— Jeff Raskin
Don’t complain… Use Linux!
04.24.05
Einstein na RTP
Terminou à cerca 2 minutos na RTP o documentário mais interessante que eu vi, nos últimos anos, na televisão portuguesa. Passou o documentário “Einstein – Uma sinfonia inacabada”, um documentário que relata a vida de Einstein, as suas teorias, e as suas ideias em relação a Deus, a uma teoria unificadora de toda a ciência e a sua relação com os seus colegas.
Foi muito bom e a RTP está de Parabéns. Todas as estação dever-lhe-iam seguir o exemplo. Obviamente enquanto isso na TVI dava o “grande” documentário da Quinta das Celebridades…
Que não tenha de esperar muitos anos para poder ver um documentário na nossa televisão tão bom quanto este…
04.20.05
Structured Lispy Syntax on SAT Competition
I am just amazed to see the benchmarks posted on the SMT-COMP’05 homepage! And you know why?
Well, take a look at a benchmark, don’t you just recognize the syntax? :D Of course… it’s Lisp. Parsing it with Lisp would be a walk in the park. However, mostly due to the fact everyone thinks Lisp is not the fastest ‘language’… (and you can be sure we need the fastest in SMT-COMP) mostly all software is programmed in C or C++. Would this format provide an excuse for a team to use Lisp? I am curious about it.
Now, a question also comes to my mind. Even for those using C or C++, using Guile to parse the format and then passing it to C would be really nice I think. Oh well, let me just study this for the next few days and I’ll post more about this later…
Note: Note the ‘…’ surrounding “language” above. When I say most people think Lisp is not the fastest language, I mean most people think that current Lisp (Common Lisp, Scheme…) compilers do not generate the fastest executables.
04.16.05
Evolution of a Linux User
I got this pearl from my “Fortune of terminal opening” :)
Evolution Of A Linux User: The 11 Stages Towards Getting A Life
0. Microserf – Your life revolves around Windows and you worship Bill
Gates and his innovative company.
1. Fear, Uncertainty, Doubt… About Microsoft – You encounter a growing
number of problems with Microsoft solutions, shaking your world-view
2. FUD… About Linux – After hearing about this new Linux thing, you
take the plunge, but are unimpressed by the nerdware OS.
3. Born-Again Microserf – You rededicate your life to Microsoft worship
4. Disgruntled User – Microsoft software keeps screwing you over,
and you’re not going to take it anymore!
5. A Religious Experience – You successfully install Linux, and are
left breathless at its elegance. No more Windows for you!
6. Linux Convert – You continue to fall in love with the new system
7. Linux Zealot – You dedicate your life to Linux World Domination…
and it shows! You go beyond mere advocacy to sheer zealotry.
8. Back To Reality – Forces out of your control compel you to
return to using Windows and Office
9. Enlightened Linux User – You become 100% Microsoft free after finding
ways to overcome the need for Microsoft bloatware
10.Get A Life – You become a millionaire after your Linux portal is
acquired; you move to a small tropical island and get a life
The nice thing is that this really happens to most of us. Well, ok, not step 10 (yet…). It seems to me that for me this will be only a 10 steps evolution. However, I feel I’m at step 9, using Gentoo Linux for 3 years non-stop after going through RedHat, Slackware, Mandrake and SUSE and I’m really happy about it. What about you?
Still in step one? Well… Join us!
04.14.05
O 22 deve ser um número especial para a Carris…
Ontem estive para escrever sobre o que se passou comigo durante a manhã, no entanto, chegando à noite depois de um dia cheio de reuniões e pouco trabalho só me apetecia deitar cedo para me poder levantar cedo hoje e começar a trabalhar para compensar o dia despercidado de ontem. Ora, como é habitual, e sempre que tenho possibilidades pego pelo caminho num exemplar do Jornal Metro do dia e dou uma vista de olhos. Qual não é o meu espanto quando vejo logo na primeira página: Transportes públicos aumentam em Maio. Em geral, para mim e provavelmente para a maioria dos portugueses já habituados aos aumentos de tudo (menos do salário), seria apenas um “Que chatice!” e pouco mais, no entanto, teve hoje um significado especialmente particular.
Isto porque, ontem sai de casa de manhã às 9.30 para ter uma reunião às 11.00. Em geral, espero que o autocarro demore cerca de 30 a 45 minutos. Apanho sempre a carreira do 22 que passa bem perto de minha casa e também bem perto do meu local de trabalho. Tenho também sempre o cuidado, como muitos outros, de saber a que horas sai do terminal o autocarro. Dado que apanho a carreira na 3ª paragem já consegui estimar que demora cerca de 3 a 4 minutos a chegar à paragem onde eu o apanho. Assim, analisando o horário que se encontra na página da Carris, carreira 22 Portela -> Marquês de Pombal posso verificar que sairia do terminal às 9.34 chegando então às minha paragem às 9.37. Chegaria lá por volta das 10.15, no máximo, o que ainda me daria 45 minutos até à reunião para preparar algo que tivesse para preparar. Ora, o tempo passou e o das 9.34 não apareceu, esperei então pelo próximo às 9.52 que também decidiu não aparecer. Já farto e sem saber que pensar (nem eu nem as 20 pessoas que já estavam à espera) decidi esperar mais um pouco, no entanto, o coitado do autocarro nem às 10.10 conseguiu aparecer. Já estava eu pronto para ir buscar o meu carro e ir andando, aparece às 10.22 um autocarro 22. Bom, finalmente… quando o motorista abre as portas depois de ouvir umas “bocas” às quais o coitado não tem resposta diz: “Ó minha Srª. este até vem adiantado, este é o das 10.28.”.
“Mas que raio!” fica uma pessoa a pensar… Já não basta que 3 autocarros não tenham aparecido, o 4º vem antes da hora o que para nós foi bom mas para aqueles que, como eu, consultam o horário dos autocarros e estejam lá à hora para apanhar o das 10.28, fica tramado porque esse decidiu aparecer antes do tempo! Acontece que isto não foi “uma vez sem exemplo”, acontece regularmente com o 22. É incrível como esta carreira não tem organização e não se percebe pois parece-me ser uma carreira com um trajecto curto que apanha pouco trânsito. Ao contrário do 28 que tem uma carreira enorme e dado que vai pela marginal da expo até ao Restelo tem muito mais probabilidade de apanhar trânsito, no entanto, existem sempre 2 ou 3 autocarros estacionados no terminal aqui junto de minha casa e costuma partir, pela minha experiência, sempre a horas. No entanto, existe outro fenómeno Carrilence que acontece com o 16. Quando estou por vezes na Av. Rovisco Pais à espera do 22 que como é usual demora um tempo sem fim (e gastar 0.30€ com o novo serviço da Carris para saber quanto mais tempo vou ter de penar está fora de questão) passam sempre alguns 3 ou 4 carreiras do 16 seguidas, as quais levam em geral muito pouca gente. Não se percebe… E agora vão aumentar (segundo o Metro) em média 3.7% o valor dos passes sociais. O grave disto tudo é que todos sabem que a Carris detém o monopólio dos transportes públicos lisboetas e isso é sempre problemáticos pois as pessoas estão agarradas aos autocarros da Carris que de organização parece ter pouca… e não me ponham a falar do novo sistema de passes.!.!.!
Gostaria de saber o que é que a Carris faria se a população fizesse greve por um dia!! Pronto, por um dia ninguém anda de autocarro, sabendo que só as pessoas que compram bilhete é que têm impacto, as que compram passe, depois de o comprar estão agarradas ao serviço mensal que a Carris quiser oferecer.
Para subir os preços estão sempre cá… agora para se organizarem é que parece ser outra história… Vá lá… organizem-se… ou precisam de ajuda?
Fortune Of The Day
This fortune was found in a signature in Gentoo Forums (without reference to its author):
The roots of education are bitter but it’s fruit is sweet.
04.12.05
GUI Builder for Scheme
04.08.05
Fortune Of The Day
I just opened my terminal and, as usual, I got a nice quote from the fortune program. Well, this one I need to share. :)
Microsoft should switch to the vacuum cleaner business where people
actually want products that suck.— Bruno Bratti
Alunos do Ensino Secundário a entrar para o Ensino Superior
Este assunto é, sem dúvida, polémico podendo gerar posts e posts até ao “final” da eternidade. Ora, como não tenho tempo a perder, e muito menos vontade de perder uma eternidade de tempo tentarei ir directo ao assunto sem fugir do tema sobre o qual me proponho a escrever: “Os alunos do ensino secundário que estão prestes a entrar para o ensino superior… os seus conhecimentos de matemática e afins!”
Penso que ninguém discorda que o problema é grave. Acontece que muitos discordam sobre a forma de como resolver este problema e o maior problema é que quem está no poder não parece conseguir acompanhar todos os problemas actuais da educação. Senão vejamos o problema dos manuais escolares e a confusão que está a dar. Como este tema já foi discutido (e muito bem) noutro blog não irei falar sobre ele.
Todos conhecemos a miséria das médias de exames nacionais como matemática. Como é possível existirem médias tão baixas? O que é grave é que não parece haver solução. Eu pessoalmente, estou farto de reformas, pois parece-me que a maioria das reformas serve para aumentar a média nos exames nacionais facilitando a passagem dos alunos e não, como deveria ser, melhorando a qualidade do ensino.
Temos actualmente alunos no ensino superior (em instituições consideradas “ensino superior de qualidade”) a terminar o 1º semestre do 1º ano (após terem supostamente concluído Análise Matemática I) que chegam a uma oral e quando confrontados com a pergunta: “Por favor, escreve no quadro a definição matemática de factorial.” ficam completamente estúpidos e não escrevem nada no quadro. Claro que após lhes ser dada a solução pretendida: [tex]0! = 1[/tex] e [tex]n! = n(n-1)!, n \in \mathbb{N}[/tex] eles respondem “Ah!”. Ora, como é possível que isto aconteça sendo o factorial dado no actual 12º ano e repetidamente utilizado em Análise Matemática I. Alguns apelam ao nervosismo dos alunos, eu apelo à sua ignorância!
Uma questão particularmente preocupante é a dos explicadores. Cada vez mais os alunos do ensino secundário recorrem a explicadores (um negócio altamente rentável) que serve apenas para substituir o cérebro dos alunos dado que este serve actualmente apenas para decorar os resultados dos jogos de futebol e o preço das calças da Salsa. Nunca antes tinha visto tal situação. É raro, repito raro, o aluno que não tem explicador. Inclusivé aqueles cujos pais têm mais dificuldades sacrificam-se para que estes tenham um explicador que lhes resolvam os trabalhos de casa e lhes martelem o cérebro para ver se eles conseguem colocar as sinapses e os neurónios a funcionar. Hoje em dia uma explicação de matemática custa no mínimo 25€ à hora, o que dá, se um aluno tiver 2 horas por semana, uma módica quantia de 200€ por mês. Isto tem repercussões também a nível dos Professores. Os conhecidos TPCs são dados aos alunos para eles treinarem e trazerem dúvidas para as aulas, de modo a poderem corrigir aquilo que fizeram mal e o Professor poder perceber quais as falhas que o aluno tem. Com um nível de indirecção entre o aluno e o Professor, o explicador, a função do Professor é minimizada podendo chegar ao ponto de frustrar o Professor pois este passa a ser uma base de dados de matéria e que a debita sempre em horários pré-definidos. Os alunos vão para casa, fazem os trabalhos antes da explicação ou durante a explicação e voltam para a aula sem dúvidas. O Professor debita mais matéria e o processo repete-se. Prejudicados são aqueles (raros) que por uma razão ou por outra não têm explicadores. Chego-me a perguntar se não existissem faltas (tal como acontece na faculdade) se os alunos compareciam às aulas? Tenho dúvidas! Se praticamente pagam a um Professor particular (explicador) para quê ir às aulas?
Acontece que depois chegam à faculdade, onde um explicador é muito mais caro e também muito mais difícil de encontrar, e espetam-se pois apesar de terem tido boas notas no secundário ou terem-se apenas desenrascado com um 10 não estão habituados a pensar pois tinham sempre o explicador que lhes retirava esse “peso” das costas. Não é raro ver alunos que entram na faculdade com grandes notas nos exames nacionais a serem completamente dilacerados no primeiro semestre do técnico e aqueles alunos razoáveis que tiveram de suar para fazer o secundário, habituados a um ritmo de trabalho constante e a partir a cabeça com problemas que não conseguem resolver safam-se, e safam-se por vezes muito bem. O problema dos explicadores parte dos pais, e para os alunos com consciência, parte dos próprios alunos. Os explicadores servem para resolver alguns problemas mas não servem para substituir os Professores.
Outra questão grave é que parece-me do contacto que tenho com alunos do secundário que cada vez mais os alunos não sabem que curso pretendem tirar até terem de preencher o boletim de candidatura para o ensino superior. Não sei o que se passa. É normal que existam alunos com essas dificuldades mas aqueles que realmente sabem o que querem são poucos.
A primeira questão que coloquei mostra como os alunos não estão habituados e não são obrigados a pensar e a segunda como eles não estão habituados a tomar decisões e por outro lado a pensar, a ter objectivos. É preciso mudar isto. É necessária uma mudança radical na postura dos alunos, se estes não a tiverem terá de partir dos pais e se estes não tiverem essa postura terá de partir dos Professores.
Acontece que os Professores estão também por um lado presos ao “ter de passar” um x% de alunos. Isto, porque se tal não acontecer pode ser considerado altamente injusto, mau Professor ou “agarrado às notas” e traz-lhe mais cedo ou mais tarde problemas. Como a última coisa que um Professor quer é arranjar problemas muitas vezes acabam por ceder e passar alunos que não merecem e pensam por descargo de consciência que “eu passei-o mas ele assim também não vai muito longe”. Acontece que eles já estão a entrar para a faculdade. Ora, diz-se por vezes que se os Professores chumbam muitos alunos, os Professores são maus Professores porque os alunos não podem ser todos burros. Acontece que hoje em dia, os alunos não trabalham e o facto de existirem muitos chumbos não tem nada a ver com os Professores.
A regra devia ser clara: “Se o aluno não sabe o suficiente para passar, chumba!”
Antes essa regra era conhecida por ser o trunfo da passagem do 9º para o 10º ano… em que se dizia que existia uma filtragem radical dos alunos. Isso deixou de acontecer. Agora acontece já na faculdade! Receio que um dia deixe de acontecer mesmo na faculdade, o porquê espero poder explicar noutro dia num post…
FOLD must fold
The PLT Scheme list had a 1st of April joke sent my Shriram Krishnamurthi. You can find it in the archives but I paste it in here for completion:
The Fate Of LAMBDA in PLT Scheme v300
or
Lambda the Ultimate Design FlawAbout 30 years ago, Scheme had FILTER and MAP courtesy of Lisp hackers
who missed them from their past experience. To this collection,
Scheme added a lexically-scoped, properly-functioning LAMBDA. But,
despite of the PR value of anything with Guy Steele’s name associated
with it, we think these features should be cut from PLT Scheme v300.We think dropping FILTER and MAP is pretty uncontroversial; (filter P
S) is almost always written clearer as a DO loop (plus the LAMBDA is
slower than the loop). Even more so for (map F S). In all cases,
writing the equivalent imperative program is clearly beneficial.Why drop LAMBDA? Most Scheme users are unfamiliar with Alonzo Church
(indeed, they don’t even know that he was related to Guy Steele), so
the name is confusing; also, there is a widespread misunderstanding
that LAMBDA can do things that a nested function can’t — we still
recall Dan Friedman’s Aha! after we showed him that there was no
difference! (However, he appears to have since lapsed in his ways.)
Even with a better name, we think having the two choices side-by-side
just requires programmers to think about their program; not having the
choice streamlines the thought process, and Scheme is designed from
the ground up to, as much as possible, keep programmers from thinking
at all.So now FOLD. This is actually the one we’ve always hated most,
because, apart from a few examples involving + or *, almost every time
we see a FOLD call with a non-trivial function argument, we have to
grab pen and paper and imagine the *result* of a function flowing back
in as the *argument* to a function. Plus, there are *more* arguments
coming in on the side! This is all absurdly complicated. Because
almost all the examples of FOLD we found in practice could be written
as a simple loop with an accumulator, this style should be preferred,
perhaps with us providing a simple helper function to abstract away
the boilerplate code. At any rate, FOLD must fold.–The PLT Scheme Team
The nice thing which was noted on a post of comp.lang.scheme
is that it was taken from a real post on Python.
There are some nice jokes in the thread including the note by Alex Goldman:
Wow, the original is much funnier than the “joke”! (Because it’s meant
seriously)
And I couldn’t leave this one out which ended Sunnan’s post:
(I don’t usually read comp.lang.python and I really don’t want to offend
anyone. My apologies if this post is either annoyingly obvious (and thus
contains only stuff that’s been said a million times), or totally wrong.)