May 27, 2007

Epá, já sou caloiro na faculdade, sou adulto!

Posted in Education, Portuguese at 10:07 am by pmatos

Adulto o tangas… Já me viram o que se passou em Coimbra? Ora, eu tive conhecimento através do blog QNED, e nem quis acreditar quando me apercebi sobre o que tratava o post.

Ora, eu não sei quanto a vocês, mas nisto, pelo menos, orgulho-me do Instituto Superior Técnico, onde estas brincadeiras imbecis já não existem (existem umas brincadeiras parvitas mas já nada de grave, praticadas por uma minoria de parvos).

Agora, isto atinge qualquer limite de bom senso, esses rapazinhos a que chamam doutores deviam ser bem espancados, voltar à primária, e quem sabe também lhe deviam cortar um pedacito do escroto visto tornarem-se caloiros da primária.

[ok, respira fundo… tás a escrever no teu blog…]

[inspira, expira, inspira, expira]

Ok, notem: “cortaram o escroto”, “puseram as unhas negras”, “picaram o crâneo”. Ora, se alguém me contasse eu não acreditava. Isto tem todo o ar de um filme tipo Saw. Falando a sério, isto tem dois lados muito graves, um é a de os caloiros se tentarem integrar na comunidade académica aceitando serem praxados (inclusivamente ao ponto de baixar as cuequinhas), outro é a dos veteranos que tudo são menos doutores de praticarem estes actos. Ora, estes meninos vão ser os médicos de amanhã? Mais, estes meninos não vão ser punidos? Eu acho que isto devia ser punido exemplarmente de forma a que nunca mais se voltasse a repetir. Quanto aos caloiros, por um lado sinto que foi bem feita porque só de facto, um tipo estúpido e fraco de espírito é que permite que lhe façam isto.

Quanto à punição dos veteranos, isto não devia ficar só por uma punição judicial, eles deviam ser expulsos da universidade de coimbra sem qualquer possibilidade de recurso. É uma vergonha para uma instituição de ensino superior ver os seus alunos a realizar este tipo de actos, dentro da instituição apelando à tradição académica.

Cada vez mais, quando me falam de tradição, só me apetece apertar-lhes o escroto até se rasgar, picar-lhes o crâneo com uma picareta e pegar num martelo para lhes esmagar as unhas… mas não o faço, prefiro ignorá-los e marcá-los como imbecis indefinidamente…

5 Comments »

  1. Vitor Pires said,

    Já lias os restantes comentários online…
    http://www.mundouniversitario.pt/artigos.php?art=938

    Se calhar já se começavam a verificar as fontes antes de se partir para a cruzada… ahh… não, esquece! Isso não dá leitores…
    Não é que seja contra ou a favor das praxes, não sou é extremista e muito menos crédulo ao ponto de achar que, a serem verdade, estes actos sejam praxes mas antes actos de gente parva!

  2. pmatos said,

    Indeed… eu não li nem os comentários… nem o artigo. Eu citei o artigo do QNED e o artigo do Jornal de Notícias. Independentemente da veracidade disto, as praxes são e sempre serão idiotas. Quanto ao facto de reclamares da verificação das fontes, se não posso ter em conta o que os jornais dizem, posso ter em conta o quê? Comentários anónimos em posts online? Anyway, isto não é um jornal, reservo-me o direito de aqui dizer o que bem me apetecer!

  3. Vitor Pires said,

    Não pedi que *tu* verificasses fontes, estava a falar dos jornais que supostamente têm uma ética jornalística pela qual se guiar… Tu apenas dás eco à pseudo-notícia… Pena as praxes, que vão correndo bem, da FCT-UNL por exemplo, não serem notícia, será que também darias voz a essas notícias?

    E, novamente, este tipo de actos não são praxes e podem acontecer em qualquer lugar ainda que as praxes sejam banidas. Desde que haja gente adolescente, parva e alcoolizada (não necessariamente mas ajuda)!

    Bem vistas as coisas as praxes são boas, no entanto há algumas pessoas que, tendo o “poder”, as tornam num inferno para as “vítimas”.

  4. pmatos said,

    Bom, peço desculpa relativamente à minha incorrecta interpretação do teu post. Quanto às praxes, não conheço a FCT-UNL para falar sobre estas.

    No entanto, também não consigo perceber o que se entende por as praxes serem boas… porque na minha opinião, as praxes são, por definição, más (com o intuito de serem boas). Claro, que se redefinirmos praxe em “Jantar de alunos do primeiro ano”, nesse caso, concordo que possam ser boas.

  5. Ricardo said,

    Isto é tudo um caso de:
    mel-o-drama! :D


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